Guia em linguagem simples para entender o que você sente

Sintomas: o que pode ser, o que observar e quando procurar ajuda

Sintoma é a forma do corpo “chamar atenção”: pode ser uma dor, um cansaço que não passa, uma falta de ar, uma palpitação, um inchaço, uma insônia ou um desconforto que você não sabe explicar. O objetivo desta página é te ajudar a entender como pensar um sintoma de forma inteligente — sem pânico e sem confusão.

Dica prática: comece pelo sintoma principal (o que mais incomoda) e observe há quanto tempo começou, o que piora, o que melhora e se existe algum sinal de alerta.

Como usar este guia de sintomas do jeito certo

Um mesmo sintoma pode ter várias causas. Por isso, este guia organiza sua busca para você sair do “loop” de informações soltas. Comece pelo sintoma, entenda o contexto e depois navegue para doenças, exames e especialidades. Isso melhora sua decisão e reduz confusão.

Um método simples para entender sintomas

Defina o sintoma principal, observe duração e intensidade, identifique sinais associados e navegue para: Doenças, Exames e Especialidades.

Sinais de alerta: quando não é para esperar

Procure atendimento imediatamente se houver:

dor forte no peito; falta de ar intensa; desmaio; confusão mental; perda súbita de força; sangramento significativo; febre alta persistente ou piora rápida do quadro. Em dúvida, priorize segurança.

Perguntas frequentes

Sintoma é a mesma coisa que diagnóstico?

Não. Sintoma é um sinal percebido. Diagnóstico é a conclusão após avaliação e, quando necessário, exames.

Quando devo procurar atendimento com urgência?

Se houver dor forte no peito, falta de ar importante, desmaio, confusão mental, perda de força, sangramento significativo, febre alta persistente ou piora rápida.

Como usar este guia para pesquisar melhor?

Comece pelo sintoma principal e depois navegue para Doenças, Exames e Especialidades.