Causas mais comuns de falta de ar (linguagem popular)
1) Asma, bronquite e “chiado no peito”
Chiado, tosse e aperto no peito podem apontar para broncoespasmo (quando as vias aéreas “fecham”).
Em algumas pessoas é sazonal (frio, poeira, mofo), em outras aparece em crise, em outras é mais persistente.
A avaliação com pneumologista
ajuda a organizar diagnóstico, prevenção e tratamento.
2) Infecções e inflamações respiratórias
Resfriados, gripes e outras infecções podem dar falta de ar principalmente quando há tosse forte, secreção, febre e cansaço.
O importante aqui é observar intensidade, evolução e sinais de alerta (piora rápida, confusão, lábios arroxeados).
3) Ansiedade, pânico e hiperventilação
A ansiedade pode “imitar” falta de ar real, porque muda o padrão respiratório e aumenta a percepção do corpo.
A pessoa fica hipervigilante: qualquer sensação vira sinal de perigo. Isso não significa que é “frescura”.
Significa que o corpo está em modo alerta. A boa notícia é que dá para melhorar com estratégia, rotina e, quando necessário, tratamento.
4) Condicionamento físico baixo (sedentarismo) e “coração disparado”
Às vezes a falta de ar é um recado simples: o corpo perdeu condicionamento e a tolerância ao esforço diminuiu.
Isso pode vir junto com palpitação, principalmente em quem está estressado, dormindo mal ou consumindo estimulantes.
Veja também: palpitação.
5) Coração e circulação (quando a falta de ar vem com cansaço ao esforço)
Falta de ar que aparece ao esforço e vai piorando, principalmente se vier com inchaço nas pernas, sensação de peso, tosse noturna,
tontura ou dor no peito, merece avaliação com
cardiologia.
Não é para entrar em pânico: é para investigar com calma e objetividade.
6) Anemia e outras causas “do sangue”
Quando falta de ar aparece com cansaço, fraqueza, palidez e queda de performance, pode haver anemia ou carências.
Nesses casos, exames laboratoriais podem ser úteis. Veja: exames laboratoriais.
Resumo que ajuda
Falta de ar pode ser “pulmão”, “coração”, “condicionamento”, “sangue” ou “ansiedade”. O padrão (quando aparece + sintomas associados)
é o que define o caminho.