A resistência à insulina é silenciosa e muito prevalente — estima-se que afete 1 em cada 3 adultos. É o pré-estágio do diabetes tipo 2 e tem relação direta com obesidade, síndrome metabólica e doenças cardiovasculares.
Quando as células param de responder adequadamente à insulina, o pâncreas produz mais hormônio para compensar. Com o tempo, essa compensação se esgota e a glicemia sobe. A resistência à insulina favorece acúmulo de gordura visceral, inflamação crônica e risco cardiovascular.
Frequentemente assintomática. Quando sintomática: fadiga após refeições (especialmente ricas em carboidratos), fome frequente, dificuldade de perder peso, escurecimento da pele nas dobras (acantose nigricans), síndrome do ovário policístico em mulheres.
A resistência à insulina é reversível com: perda de peso (mesmo 5–10% já traz melhora significativa), dieta com baixo índice glicêmico, exercício físico regular (especialmente musculação), sono adequado e redução do estresse. Metformina pode ser usada sob orientação médica em casos de pré-diabetes.
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