A insuficiência cardíaca afeta mais de 2 milhões de brasileiros. É uma síndrome grave mas manejável — o diagnóstico precoce e o tratamento adequado melhoram significativamente a sobrevida e a qualidade de vida.
IC é a incapacidade do coração de bombear sangue suficiente para atender às necessidades do organismo. Pode afetar o lado esquerdo (mais comum), direito ou ambos. A fração de ejeção — percentual de sangue ejetado a cada batimento — é o principal parâmetro de classificação.
Dispneia (falta de ar) aos esforços e ao deitar, edema de membros inferiores, fadiga, tosse noturna e ganho rápido de peso por retenção hídrica são os sintomas principais. A dispneia que piora ao deitar (ortopneia) e que acorda o paciente à noite (DPN) são sinais importantes.
O tratamento atual inclui: IECA/BRA (reduzem mortalidade), beta-bloqueadores, antagonistas da aldosterona, e a nova classe de inibidores de SGLT2 (dapagliflozina, empagliflozina). Restrição de sódio e líquidos, monitoramento de peso diário e reabilitação cardíaca são fundamentais.
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